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Medicina nuclear no tratamento de tumores e outras doenças


MEDICINA NUCLEAR NO TRATAMENTO DE TUMORES E OUTRAS DOENÇAS

Assim como nos exames diagnósticos, a medicina nuclear também utiliza radiofármacos para o tratamento de diferentes doenças como: câncer de tireóide, câncer de próstata, tumores neuroendócrinos, hipertireoidismo, entre outras.

Entre os tratamentos oferecidos pela MND Campinas – confira a relação completa aqui  –  está o de câncer diferenciado de tireóide com Iodo-131.

A Tireoide é uma glândula em forma de borboleta que fica localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo da região popularmente conhecida como Pomo de Adão. Ela é responsável pela produção de hormônios reguladores do organismo, chamados T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).

Quaisquer distúrbios na tireoide podem comprometer a saúde cardíaca, ciclos menstruais, capacidade de concentração, musculatura, intestino e humor. Além disso, essas alterações podem agir negativamente nas funções de órgãos vitais como cérebro, coração, rins e fígado, causando diversos problemas, inclusive o câncer.

O câncer na tireoide atinge três vezes mais o sexo feminino, a neoplasia é a quinta mais frequente nos habitantes das regiões Sudeste e Nordeste, sem contabilizar o câncer de pele não-melanoma. A doença pode ser classificada em carcinoma bem diferenciado e indiferenciado.

Para o tratamento com iodoterapia, o procedimento exige preparo específico prévio. A dose do iodo-131 é ingerida em forma de líquido ou cápsula) sob regime ambulatorial ou de internação, dependendo da indicação médica.

O tratamento é indicado para pacientes com câncer de tireoide papilífero ou folicular (câncer diferenciado de tireoide). Entretanto, não é utilizada para tratar carcinomas anaplásicos e medulares de tireoide, uma vez que estes tipos de câncer não captam Iodo. 

Confira a seguir a relação completa com as orientações aos pacientes.

Vale ressaltar que, o câncer de tireoide é silencioso e por essa razão, é necessário estar com os exames em dia, especialmente se houver casos na família (pré-disposição genética).

Outros pontos merecem atenção especial nesses casos, quando se trata de fatores de risco. Devemos levar em consideração o gênero e idade, pois, como já citado acima a enfermidade é três vezes mais incidente em mulheres do que em homens, e em uma faixa de idade específica, geralmente, entre 40 e 50 anos; a exposição à radiação (determinados níveis de radiação nas áreas do pescoço podem gerar doenças na glâdula); dieta pobre em iodo (a falta desse elemento influencia diretamente da tireoide).

Além disso, para um tratamento de sucesso, um dos pontos primordiais é que o conhecimento seja constantemente atualizado, procure profissionais qualificados e que estejam sempre atualizados com novos estudos e tecnologias.

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