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Medicina nuclear como apoio no diagnóstico de sequelas da COVID


A COVID-19 é uma doença sistêmica que tem a capacidade de atingir diversos órgãos, deixando diferentes sequelas e, em alguns casos, podendo durar meses. A medicina nuclear é bastante útil no mapeamento de possíveis sequelas e doenças em decorrência do vírus.
Ainda que haja muitas dúvidas sobre os efeitos que o coronavírus têm em nosso corpo, os estudos sobre o assunto vêm sendo constantemente atualizados, buscando entender os efeitos do Pós-COVID, sobretudo, em pacientes que tiveram quadros mais graves da doença.

Medicina Nuclear e o diagnóstico das sequelas Pós-Covid

Os exames da medicina nuclear podem ser utilizados para acompanhamento dos pacientes após a infecção. A especialidade possui técnicas de exames consideradas precisas e seguras, como, por exemplo, a tomografia por emissão de pósitrons (PET) e as cintilografias (miocárdica, pulmonar, renal, óssea e cerebral, por exemplo), que permitem um estudo detalhado da maioria dos órgãos, possibilitando o rastreamento e a avaliação do grau dessas sequelas.
Os exames, são aplicados para avaliar sequelas funcionais ou complicações no coração (observando a macrocirculação e microcirculação coronária, disfunção ventricular e inflamação do tecido), nos pulmões (caracterizando a presença de tromboembolismo pulmonar), nos rins (medindo a função renal e auxiliando do tratamento e avaliação prognóstica), avaliação de artrite, avaliação de sequelas neurológicas, entre outros.

Medicina nuclear no rastreamento de outras doenças

Além da importância da medicina nuclear para o monitoramento e rastreamento das sequelas de COVID, os exames da especialidade são fundamentais no diagnóstico de outras doenças, como neoplasias, arritmias cardíacas, alterações renais, ósseas, e muitos outros. Com a pandemia, o número de exames dos pacientes diminuiu, o que preocupa os especialistas.
Segundo um levantamento do HCor, parte dos procedimentos da área apresentaram uma queda na procura no ano de 2020, se comparados ao período de 2019.
Os dados revelam uma redução de:
– 33,1% nas cintilografias
– 27,4% nos Ecocardiogramas
– 22,8% nas tomografias de coração
– 12,5% nos eletrocardiogramas
-5,4% ressonância magnética do coração.

A falta de acompanhamento médico, incluindo exames de rotina, pode retardar o diagnóstico de câncer. Além disso, muitos pacientes podem retornar aos consultórios com a doença em estágio mais avançado, quando o tratamento já não oferece oportunidades de cura ou mesmo de prolongar sua sobrevida. Os pacientes precisam ter a segurança que os hospitais e centros diagnósticos estão preparados para atender suas demandas com segurança.
A clínica MND Campinas está respeitando todos os protocolos sanitários, a fim de garantir a saúde de seus pacientes. Em caso de dúvidas entre em contato conosco! Continue acompanhando nosso blog e fique por dentro de outros assuntos

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