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Dezembro laranja: Medicina Nuclear pode ajudar no combate ao câncer de pele


Com as quedas nos índices de casos e mortes por Covid-19 e a chegada do verão, praias, espaços públicos e de convivência ao ar livre deverão ter crescimento no número de frequentadores. E isso é motivo de alerta por conta da exposição ao sol e câncer de pele. Em 2021, o Brasil deve registrar mais de 185 mil casos da doença, incluindo os tipos melanoma e não melanoma, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) criou a campanha “Dezembro Laranja” com o objetivo de alertar a população sobre a importância da prevenção do câncer de pele. Neste ano, a entidade reforça também a necessidade de, mesmo em um cenário de queda dos casos de Covid-19, manter o uso de álcool gel, máscara e distanciamento social.

Câncer de pele

O câncer de pele é o câncer mais frequente no Brasil e no mundo. É causado, principalmente, pela exposição excessiva ao sol. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) entre 2020 e 2022 são esperados 185 mil novos casos do Brasil, sendo 176.930 do tipo não-melanoma e 8.450 do tipo melanoma, mais agressivo. Normalmente, é diagnosticado em pessoas com mais de 40 anos, sendo considerado raro em crianças e pessoas negras.

Tipos de câncer de pele

O câncer de pele ocorre quando as células se multiplicam sem controle e pode ser classificado de duas formas: Câncer de pele melanoma: tem origem nas células produtoras da melanina, substância que determina a cor da pele, mais frequente em adultos brancos; Câncer de pele não melanoma: responsável por 30% de todos os casos de tumores malignos registrados no país, segundo o INCA. Procure sempre um médico especializado para perceber qualquer sintoma.

Sintomas

Os sintomas variam e costumam incluir um caroço ou nódulo na pele. Além disso, atenção: Pintas novas e incomuns; • Escurecimento da pele ou nódulos e sangramento ou ferida que não cicatriza; • Manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram; • Feridas que não cicatrizam.

Medicina nuclear no diagnóstico

O Grupo MND reforça a importância da iniciativa. Além disso, a Medicina Nuclear tem um papel fundamental no diagnóstico de metástase da doença. Em geral, os linfonodos são os primeiros órgãos a serem afetados pela metástase do câncer de pele. Por isso, um médico especialista pode solicitar a linfocintilografia, que ajuda a identificar os linfonodos sentinelas, os primeiros a serem acometidos pelas células cancerígenas, para que possam ser retirados e submetidos a análise histopatológica. Outro procedimento importante é o PET/CT. O exame permite identificar com precisão o local em que o tumor e as metástases estão, oferecendo suporte para que o oncologista tome melhor decisão para o tratamento da doença. A MND conta com uma equipe preparada, médicos especialistas, além de uma infraestrutura adequada para procedimentos. Saiba mais: https://grupomnd.com.br/contato/

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