PET/CT Campinas

O que é o PET/CT?

O PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons/Tomografia Computadorizada), é um método diagnóstico considerado um dos principais avanços da Medicina Nuclear. Nesse tipo de exame os médicos nucleares usam substâncias radioativas para facilitar a visualização de tecidos ou células doentes e saudáveis.

Como funciona?
Para cada órgão ou doença, uma substância específica é injetada no paciente intravenosamente. Essa substância é conhecida como radiofármaco e tem a função de alcançar o órgão ou região que precisa ser examinada. Ao analisar as imagens geradas pelo exame PET/CT no computador, o médico nuclear consegue visualizar com precisão o funcionamento do organismo, assim como focos de doenças. Veja mais detalhes do exame aqui.

Para que serve?
Ao imitar moléculas específicas, os compostos da medicina nuclear conseguem se ligar às células que os médicos precisam analisar. A partícula radioativa ainda serve como contraste, iluminando a atividade metabólica e permitindo a visualização da localização da doença no paciente. Em geral, quando um paciente é encaminhado para esse tipo de exame os médicos já sabem o que ele tem, mas o PET/CT aponta em quais lugares a doença está. Um dos usos mais frequentes é nas doenças metastáticas, pois esse é um dos melhores métodos de enxergar para onde a doença se espalhou.

Como é feito?
Antes de começar o procedimento os médicos checam os valores glicêmicos do paciente. Feito isso, um acesso venoso é colocado a fim de injetar o radiofármaco que auxiliará o processo diagnóstico.
O próximo passo é determinado de acordo com o objetivo do exame. O paciente entrará no equipamento de tomografia computadorizada para um processo semelhante ao exame de ressonância magnética, mas isso pode ser imediatamente após a injeção de radiofármaco ou pode ser que seja preciso esperar alguns minutos ou até horas. A captação de imagens do PET/CT também tem tempos distintos para cada objetivo.

Resultados
Feito o exame PET/CT, agora os médicos nucleares têm um mapa do corpo, ou parte dele, que aponta onde e como os outros médicos têm que atuar para tratar a doença da melhor forma possível.

 

Veja abaixo alguns estudos realizados por brasileiros, com participações de médicos do corpo clínico do Grupo MND:

Effect of thyroid-stimulating hormone in 68Ga-DOTATATE PET/CT of radioiodine-refractory thyroid carcinoma: a pilot study.

Almeida LS, Araújo MC, Zantut-Wittmann DE, Assumpção LV, Souza TF, Silva CM, Argenton JL, Santos AO, Mengatti J, Ramos CD, Etchebehere EC.

Nucl Med Commun. 2018 May;39(5):441-450.


18F-Fluoride PET/CT tumor burden quantification predicts survival in breast cancer.

Brito AE, Santos A, Sasse AD, Cabello C, Oliveira P, Mosci C, Souza T, Amorim B, Lima M, Ramos CD, Etchebehere E.

Oncotarget. 2017 May 30;8(22):36001-36011.


Clinical Impact of 68Ga-PSMA PET/CT in a Patient With Biochemical Recurrence of Prostate Cancer.

Queiroz MA, Viana P, Santos A, Bastos D, Etchebehere E, Cerri G.

Clin Nucl Med. 2016 Sep;41(9):e417-9.

 


Skeletal Tumor Burden on Baseline 18F-Fluoride PET/CT Predicts Bone Marrow Failure After 223Ra Therapy.

Etchebehere EC, Araujo JC, Milton DR, Erwin WD, Wendt RE 3rd, Swanston NM, Fox P, Macapinlac HA, Rohren EM.

Clin Nucl Med. 2016 Apr;41(4):268-73.


Assessing the role of ¹⁸F-FDG PET and ¹⁸F-FDG PET/CT in the diagnosis of soft tissue musculoskeletal malignancies: a systematic review and meta-analysis.

Etchebehere EC, Hobbs BP, Milton DR, Malawi O, Patel S, Benjamin RS, Macapinlac HA.

Eur J Nucl Med Mol Imaging. 2016 May;43(5):860-70.

 


18-fluorodeoxy-glucose positron emission computed tomography as predictive of response after chemoradiation in oesophageal cancer patients.

Elimova E, Wang X, Etchebehere E, Shiozaki H, Shimodaira Y, Wadhwa R, Planjery V, Charalampakis N, Blum MA, Hofstetter W, Lee JH, Weston BR, Bhutani MS, Rogers JE, Maru D, Skinner HD, Macapinlac HA, Ajani JA.

Eur J Cancer. 2015 Nov;51(17):2545-52.

 


68Ga-DOTATATE PET/CT, 99mTc-HYNIC SPECT/CT, and whole-body MR imaging in detection of neuroendocrine tumors: a prospective trial.

Etchebehere EC, de Oliveira Santos A, Gumz B, Vicente A, Hoff PG, Corradi G, Ichiki WA, de Almeida Filho JG, Cantoni S, Camargo EE, Costa FP.

J Nucl Med. 2014 Oct;55(10):1598-604.

 


Evaluation of soft-tissue lesions with (18)F-FDG PET/CT: initial results of a prospective trial.

Leal AL, Etchebehere M, Santos AO, Kalaf G, Pacheco EB, Amstalden EM, Etchebehere EC.

Nucl Med Commun. 2014 Mar;35(3):252-9.

 


¹⁸F-Fluoride PET/CT is highly effective for excluding bone metastases even in patients with equivocal bone scintigraphy.

Bortot DC, Amorim BJ, Oki GC, Gapski SB, Santos AO, Lima MC, Etchebehere EC, Barboza MF, Mengatti J, Ramos CD.

Eur J Nucl Med Mol Imaging. 2012 Nov;39(11):1730-6.

 


Impact of [F-18] FDG-PET/CT in the restaging and management of patients with malignant melanoma.

Etchebehere EC, Romanato JS, Santos AO, Buzaid AC, Camargo EE.

Nucl Med Commun. 2010 Nov;31(11):925-30.

 


18F-FDG PET/CT delayed images after diuretic for restaging invasive bladder cancer.

Anjos DA, Etchebehere EC, Ramos CD, Santos AO, Albertotti C, Camargo EE.

J Nucl Med. 2007 May;48(5):764-70.

 


Focal bone marrow involvement in multicentric castleman disease demonstrated by FDG PET/CT.

Ramos CD, Massumoto CM, Rosa MF, Mazo-Ruiz MF, Mitteldorf C, Etchebehere EC, Santos AO, Lima MC, Cerri GG, Camargo EE.

Clin Nucl Med. 2007 Apr;32(4):295-6. 

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