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Porque eu fico exposto à radioatividade e o médico não?


Na hora de fazer o exame de medicina nuclear, é comum alguns pacientes estranharem o fato de estarem expostos à radiação. Nesse quesito, vale ter em vista que as doses são controladas, havendo, então, total segurança para eles. O indivíduo recebe pequena quantidade de uma substância radioativa marcada, chamada de radiotraçador.

Esse elemento pode ser administrado tanto injetado, inalado, por sonda ou ingerido, de acordo com o exame que será realizado. O radiotraçador é formado por duas substâncias: uma que imita o nutriente de funcionamento do organismo, a exemplo do cálcio, que é usado para encontrar vestígios de doenças nos ossos; e a outra radioativa, que busca apontar sua presença para os aparelhos de PET/CT ou Cintilografia, usada a fim de identificar a localização precisa da doença. O médico não fica exposto à radioatividade pois não está dentro do seu corpo e sim do corpo do paciente.

Após a aplicação, a radiação no corpo é identificada por câmaras de cintilação (cintilografias com ou sem SPECT e CT) ou câmaras de PET/CT.

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