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#MedicinaQuímica: Cromo (Cr)


O próximo tema da série #MedicinaQuímica é o Cromo, que na tabela periódica é simbolizado por Cr. Este metal de transição precisa ser manipulado em altas temperaturas para sair do estado sólido, sendo 1906°C o ponto de fusão e acima de 2670°C a ebulição.

O primeiro relato do Cromo foi na Rússia em 1761 quando o químico Johann Gottlob Lehmann encontrou um minério laranja avermelhado, que batizou inicialmente de “chumbo vermelho da Sibéria”, era a crocoíta. Décadas mais tarde, em 1797, o farmacêutico e químico francês Louis Nicolas Vauquelin conseguiu, com amostras da crocoíta, descobrir o cromo e enxergar frações desse elemento em pedras preciosas, como os rubis e esmeraldas.

Foi Vauquelin quem percebeu as propriedades de coloração do cromo e deu o nome ao elemento tendo como base a palavra “chroma”, o grego de “cor”. Este elemento passou a ser utilizado como corante e no final do século XIX passou a ser empregado como aditivo em aço surgindo assim os metais “cromados”. Estima-se que 85% de todo cromo encontrada seja utilizado em ligas metálicas.

O Cromo na medicina

O Cromo é utilizado na Medicina Nuclear para avaliação da redução da taxa de filtração glomerular (TFG) do trato geniturinário, ou seja, na capacidade que o rim tem de filtrar os componentes do sangue durante a formação da urina. O exame que faz essa análise é a “Medida de Filtração Glomerular com EDTA”. Veja mais sobre esse exame clicando aqui.

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